quarta-feira, 27 de abril de 2011

SEJUDH DISCUTE REGISTRO DE CASAS DE SANTO e DEMAIS COMUNIDADES TRADICIONAS DE TERREIRO

Em reunião realizada ontem, no Ministério Público Estadual, a SEJUDH, através do DPIR, sentou com autoridades do município, gestores de cartórios, sociedade civil e debateu o processo de registro de casas de santo em nossa capital e nos municípios principais; o acesso ao registo é garantia de direitos constitucionais e um passo ao reconhecimento  e no combate á intolerancia.
Verificou-se que o registro de casas de santo em nossa capital é quase inexistente, onde as outras denominações, conforme informações extra-oficiais, há quase um registro de igrejas por dia, das mais variadas, conhecidas e desconhecidas denominações.
Em breve esta ação será coordenada e acessíbilizada á todos que queiram ususfruir de seus direitos básicos.

Prof. Arimatéia DPIR/SEJUDH

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Cestas básicas são distribuídas em Centros Religiosos de Matriz Africana

Nesta quinta-feira, 07, ás 8h, a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos – SEJUDH, através de convênio assinado juntamente com a Secretaria Especial para Promoção da Igualdade Racial – SEPIR, Companhia Nacional de Abastecimento – CONAB/AC e o Centro de Estudos e Referência da Cultura Afro-Brasileira – CERNEGRO/AC, realizaram a entrega de 07 toneladas de alimentos não perecíveis, para compor cestas básicas a serem distribuídas para as comunidades tradicionais de terreiro das religiões africanas.


“Esta será a terceira entrega de alimentos, nas primeiras etapas, a quantidade dos donativos foi de 20 toneladas. Nosso principal objetivo é combater o preconceito a essas religiões, além de garantir respeito e dignidade a todos, independente de raça ou credo. As doações além de beneficiar todas as comunidades próximas aos terreiros, também servem como um meio de aproximar as pessoas em seus diferentes estilos culturais”. Ressaltou o Ogan José Arimatéia, coordenador da Divisão de Promoção da Igualdade Racial da SEJUDH.



As cestas entregues nos centros de terreiros religiosos serão repassadas aos moradores dos bairros, propondo uma integração das comunidades vizinhas aos terreiros, e assim, combater a discriminação racial e religiosa.


Conquista, Defesa Civil, Novo Horizonte, Belo Jardim, Tancredo Neves, Santa Cruz, Calafate, Floresta e Universitário são os bairros onde foram identificadas algumas atuações das religiões afro-descendentes. Os representantes dessas entidades religiosas que não tiveram seus bairros atendidos podem entrar em contato com a Divisão de Promoção da Igualdade Racial, pelo telefone 32234282 para se cadastrar.


Annie Manuela
Assessoria de Imprensa
SEJUDH