Em reunião realizada ontem, no Ministério Público Estadual, a SEJUDH, através do DPIR, sentou com autoridades do município, gestores de cartórios, sociedade civil e debateu o processo de registro de casas de santo em nossa capital e nos municípios principais; o acesso ao registo é garantia de direitos constitucionais e um passo ao reconhecimento e no combate á intolerancia.
Verificou-se que o registro de casas de santo em nossa capital é quase inexistente, onde as outras denominações, conforme informações extra-oficiais, há quase um registro de igrejas por dia, das mais variadas, conhecidas e desconhecidas denominações.
Em breve esta ação será coordenada e acessíbilizada á todos que queiram ususfruir de seus direitos básicos.
Prof. Arimatéia DPIR/SEJUDH
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